POLEMIQUIM EM TORNO DO GRANDE SERTÃO: GUIMARÃES ROSA DETESTOU JOYCE, PREFERIA SIMÕES LOPES NETO, por Sidnei Schneider

Quem conta a história de Grande sertão: veredas, o romance de Guimarães Rosa, é o personagem Riobaldo. Tudo o que saberemos a partir da sua leitura é narrado por ele a um doutor da cidade. É essa narrativa que constrói o personagem e todos os outros. As opções sintáticas e a escolha vocabular que lhe confere o autor recriam a fala do sertanejo mineiro. Fala anotada de modo incansável em caderninhos durante as incursões de Rosa pelo sertão, provinha também de solicitações feitas ao pai, através de cartas, para que este lhe enviasse expressões e enredos curiosos ouvidos de tropeiros em Cordisburgo, sua cidade natal, além da própria memória do escritor, relacionada ao período em que lá viveu.

O português-brasileiro local foi trabalhado pela inventividade do escritor, senhor da sua linguagem, que criava neologismos e construções verbais semelhantes ao modo de falar das suas fontes sertanejas. Arcaizava palavras correntes, enfeixava ordens sintáticas discordantes das normativas e urbanas, mantinha as seguidas pausas e mudanças de direção da linguagem oral. Em suma, imitava o falar do sertanejo mineiro, sem, no entanto, copiá-lo, mais afeito aos procedimentos, ao modo do sertanejo construir, usar sua língua. Que parte da academia, da crítica e até dos escritores insista em ver nisso procedimentos oriundos da leitura de James Joyce, quando nada o justifica no cotejo das obras, revela apenas mais um daqueles velhos estratagemas já denunciados por Graciliano Ramos em Linhas tortas, a tentativa indigna de colocar uma falsa etiqueta estrangeira no autor nacional de prestígio para com ela se justificar o seu valor, como se isso fosse o suprassumo da crítica. [1]

Guimarães Rosa não está nem um pouco obcecado por palavras-container como o irlandês James Joyce. Quando este, por exemplo, escreve o nome Anna Lívia, pretenderia que recordássemos não só da antiguidade latina do nome Lívia e da sua matriz semântica que inclui os termos alva, branca e lívida, mas também (e como, sem a ajuda dos mirabolantes livros exegéticos?) do navio irlandês Anna Liffey; do nome do rio que banha Dublin, o Liffey; da expressão homófona e enormemente contraída I’nna leave ya e assim por diante. Escolhi esse exemplo por ser provavelmente o mais simples do livro Finnegans wake, sem entrar no emaranhado das furioucas manavras sianosas do incontrolho miautor rimlandês – e aqui apenas brinco e simplifico à pressa o seu tipo de construção. A sanha interpretativa da academia recebeu divertida crítica de Umberto Eco, ao ser desbaratada por meras impossibilidades histórico-cronológicas, como a suposta referência de Joyce ao líder soviético Andrei Jdanov: “Puro delírio – mas entre os fãs de Joyce, podemos encontrar hipóteses ainda mais absurdas”. [2] Além de tudo, a partir de Ulisses, Joyce passou a criar palavras usando várias línguas, do romeno ao sânscrito, dificultando enormemente a leitura. [3]

Não é o que ocorre em Grande sertão: veredas. Quando eventualmente Guimarães Rosa trabalha com formação de palavras, elas soam adequadas ao personagem, como se tivessem nascido no sertão. Não busca emendar estilhaços de palavras para formar palavras visivelmente estilhaçadas. Nem exerce mero artifício: o povo brasileiro adora uma palavra nova para sair falando por aí, algumas acabam incorporadas ao dicionário. Verdade que, nas cerca de seiscentas páginas do livro, é possível encontrar a palavra esmarte, aparentada do inglês smart, astucioso ou inteligente, mas não se deve esquecer que o verbo esmar, do português antigo, possui um sentido aproximado (avaliar, calcular, refletir), nem obliterar o fato de grupos ingleses e norte-americanos explorarem, desde há muito, os minérios e trabalhadores de Minas Gerais, podendo a palavra ter saltado por essa via para a linguagem local. Se a construção e a escolha das palavras objetivam a leitura polissêmica, como em qualquer obra literária, não resvalam para a tentativa nauseante de empilhar um absurdo de significados praticamente indecifráveis.

João Guimarães Rosa (1908-1967)

Quanto à suposta apropriação de Guimarães Rosa do monólogo interior de Ulisses, diga-se primeiro que essa técnica não foi inventada por Joyce, como este inclusive reconheceu, mas pelo escritor francês Édouard Dujardin, em Os loureiros estão cortados, publicado em 1887. [4] Ulisses é de 1922 e começou a ser escrito em 1914, sendo que o romancista inglês Stephen Hudson, próximo a Joyce, havia utilizado a técnica anteriormente. Deve-se ao livro do irlandês, isto sim, a veiculação e discussão da técnica entre os escritores.

Como já externamos em outro momento, a técnica do monólogo interior não se reduz a uma simples peroração intimista na primeira pessoa do singular, mas diz respeito a uma confrontação simultânea entre os pensamentos ou devaneios de um personagem e o mundo a sua volta. Num mesmo trecho o escritor pode dar a ver a consciência do seu personagem em movimento, ou seja, sua confabulação interna, na primeira pessoa (eu), e o meio em que ele se encontra, a paisagem objetiva e social, através da voz do narrador, com o personagem figurando na terceira pessoa (ele). No cinema, certas cenas são construídas de forma análoga, quando simultaneamente se vê a ação do personagem e se ouve os seus pensamentos ou devaneios. Quando Lukács, pretendendo criticar a obra de Joyce, critica a técnica dizendo que ela dissolve a realidade, não está levando em conta tudo o que se pode fazer com ela. O maior ou menor grau de subjetividade depende somente das intenções do autor. Para Brecht, a técnica pode ser usada “tanto a tortas como a direitas”. [5] Joyce faz uso dela para dar a ver o mundo íntimo de Molly Bloom.

Em Grande sertão: veredas, o que temos é a narração do personagem Riobaldo, um relato bastante ciente de si mesmo, dirigido para o doutor da cidade, sem vaivéns da primeira à terceira pessoa relativos a um mesmo personagem. A presença do oculto doutor-ouvinte é percebida pelo leitor porque a fala-narrativa de Riobaldo o interpela: chama-lhe a atenção, dirige-lhe perguntas, expõe-lhe dúvidas. Joyce, por seu turno, narra Molly Bloom consigo mesma, como se ele invadisse os seus pensamentos e sensações, o desconexo do seu mundo interior. Há uma espécie de transe, um jorro de quarenta mil palavras que se esbatem, saltam de uma à outra sem aviso. É a escrita da livre associação freudiana, ainda que não obtida pela escrita automática dos surrealistas.

O leitor perdoe tantas minudências, mas a legião de fãs de Joyce, grande parte não leitores da obra que admiram, perturba o ambiente.

Dito isto, já é hora de ouvir a opinião do autor. Guimarães Rosa rejeitou sem dó algum a obra mais célebre de Joyce: “O Ulysses, fiz várias tentativas [de leitura], que nunca foram além de pedaços de páginas. Acho nele um ludismo, uma atitude que não me é simpática, excessiva intencionalidade formal, muitíssimo de ‘voulu’, que me repele.” (Carta a Mary Lou Daniel, 3.11.1964, publicada pela mesma em João Guimarães Rosa: travessia literária. Rio de Janeiro: José Olympio, 1968, p. 73).


Quem busca etiquetar uma feição joyceana no romance de Guimarães Rosa, talvez se surpreenda com o que vamos afirmar acerca da importância das inovações técnico-narrativas do “regionalista” gaúcho Simões Lopes Neto para a criação de Grande sertão: veredas.

Antes, porém, é preciso dizer que um escritor obviamente dialoga com as mais diferentes fontes da literatura nacional e universal. Que Machado de Assis, entre as suas muitas leituras, leu Shakespeare, para citar um autor estrangeiro, e que essa leitura tenha propiciado um diálogo profícuo e reconhecível em trechos da sua obra, é um fato que não desmerece a ninguém, nem a Machado, nem a Shakespeare, pois não se trata de submissão, nem mesmo a Shakespeare. Que, igualmente, Machado tenha usufruído de modos da ficção medieval cavalheiresca, muitíssimo anterior ao Dom Quixote, que conduzem a uma situação sem saída (ou melhor, no caso de Machado, em que a saída não esteja dentro, mas fora do texto, precisamente na vida real), ao escrever um dos seus melhores contos, talvez o melhor, Pai contra mãe, é outro fato. Evidente que o problema não é esse. Relacionar-se com o já produzido é uma das condições da criação. O problema existe quando se força a barra para, na prática, impingir uma condição inferior e caudatária ao que foi criado com esforço próprio no âmbito da literatura nacional, refletindo-se assim, apenas, a posição em que se encontram os formuladores de tais teses, súditos involuntários da dominação econômica e acultural sobre o país e o mundo.

A leitura do livro Contos gauchescos (1912), de Simões Lopes Neto, um dos mais importantes escritores brasileiros, muitas vezes relegado à mera etiqueta de regionalista, ou então à de autor de língua pouco compreensível nacionalmente – como se tudo o que lêssemos de Estados que não o nosso não exigisse um mínimo de esforço, tal o tamanho e a diversidade do nosso país – possibilitou a Guimarães Rosa equacionar a estrutura narrativa do seu romance. Ou, optando por um grau menor na relevância de tal leitura, confirmou uma inclinação anterior. [6]

Antes de qualquer outro, Simões Lopes Neto resolveu um problema fundamental da ficção brasileira de sua época, através de um expediente técnico-narrativo que igualmente dá forma e estrutura Grande sertão: veredas (1956). Até então, a literatura em voga, com Coelho Neto a frente de toda uma geração, buscava abordar contingentes humanos relegados ao interior do país, sem superar, no entanto, certo travo de artificialidade, correspondente à rasa abordagem social. Os personagens “falavam” através da língua popular característica de sua região, inclusive com marcas exageradas de ortografia (não há distinção, entre o mundo urbano e rural, quanto aos brasileiros tenderem a não pronunciar, fora de eventos mais formais, o “r” final dos verbos no infinitivo, p. ex.), mas a voz do narrador seguia as normas convencionais e urbanas, sem descartar construções relativas ao distante português de Portugal. Simões Lopes Neto equacionou a questão em Contos gauchescos ao dar a voz narrativa a um personagem, o vaqueano Blau Nunes, que rememora vivências e histórias através de sua característica linguagem popular gauchesca, narrando-as para um sujeito da cidade, numa estratégia ficcional muito diferente do modelo anterior, quase oposta. Sendo o mesmo personagem o narrador de quase todos os contos, também se amarrava assim a unidade do conjunto. Hoje essa estratégia narrativa pode parecer simples, mas ninguém havia tomado tal providência antes.

 O referido ouvinte citadino não aparece senão através da fala de Blau, já que este seguidamente o interpela. Se a palavra reproduzida pela escrita é somente a de Blau, as artimanhas do escritor possibilitam a noção da ocorrência de um diálogo. O lugar desse cidadão ouvinte quem ocupa, na verdade, somos nós, os leitores de Contos gauchescos.

Em Grande sertão: veredas, de maneira similar, a palavra é dada ao ex-jagunço Riobaldo. Com sua linguagem característica de sertanejo mineiro, ele conta as histórias que viveu a um doutor da cidade, que igualmente só se faz sentir através da fala de Riobaldo. Blau Nunes seguidamente repete, interpelando o seu ouvinte, “Escuite”, enquanto Riobaldo continuamente chama a atenção do seu, “Mire e veja”. Isso ajuda a manter o interesse do leitor na narrativa, já que este fica situado, conforme já dissemos, na posição do ouvinte de Blau ou Riobaldo: a constante interpelação ao outro funciona como uma constante interpelação ao leitor, não tornando o relato unipessoal enfadonho.

Ambos contam histórias passadas para um sujeito urbano que sabe pouco ou nada do mundo em que elas aconteceram. Tratam de uma época e lugar em que na prática não havia Estado nem lei, os seres humanos vivendo engolfados entre os poderes da natureza selvagem e dos grandes proprietários de terras, mas em que existiam valores caracteristicamente épicos como a honra, a coragem, a lealdade e o companheirismo. Registrou-se assim, em livro, uma poderosa linguagem popular, trabalhada por escritores cultos através do uso de um léxico fértil e instigante, da peculiar organização sintática e das saborosas pausas e mudanças de direção da oralidade.

Desde 1973, está no Acervo Guimarães Rosa, do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, o volume único Contos gauchescos e Lendas do sul,Porto Alegre, Ed. Globo, 1949, sublinhado em código de cores pelo escritor mineiro. O pesquisador e bibliófilo Fausto Domingues alude ao que Theodomiro Tostes, poeta e diplomata, escreveu nas páginas do Correio do Povo em 1974: “lembro da boa surpresa que me deu Guimarães Rosa, quando, em nosso último encontro em Montecatini [na Itália], falou de sua admiração pela obra do grande pelotense. Rosa sabia frases inteiras dos contos gauchescos e das lendas. E, como artesão incomparável da pura fala brasileira, repetia com gosto certos vocábulos que pareciam mais raros ao seu ouvido”. [7] Fausto Domingues reverencia ainda Flávio Loureiro Chaves, autor do clássico Simões Lopes Neto: regionalismo e literatura, [8] embora neste não trate da questão, como “o mais credenciado, nos dias atuais, para emitir opinião a respeito”.

A pesquisadora Maria da Glória Bordini, já nos idos de 1971, discernia pioneiramente, apesar de ter escrito um único parágrafo sobre o assunto, a relação do autor de Contos gauchescos com a obra máxima roseana: “[João Simões Lopes Neto] antecipa no Brasil a técnica do diálogo evocativo que, bem mais tarde, seria retomada por Guimarães Rosa. Não queremos dizer que a sua produção se coloque ao nível artístico da contística de Rosa, embora alguns contos suportem a comparação em igualdade de condições. Mas vale registrar que, no aspecto puramente técnico, Simões apresenta o embrião de todos os recursos que viriam a colocar o Grande sertão: veredas entre as maiores obras de ficção narrativa da literatura mundial”. [9]

No Museu Casa de Guimarães Rosa, em Cordisburgo, pequena cidade do interior mineiro, dei com uma estatueta do Laçador na mesa de trabalho do escritório reconstituído. Originalmente, é obra de porte do escultor Antonio Caringi, exposta na entrada de Porto Alegre, símbolo da capital e dos sul rio-grandenses. Vi no fato ressonância do apreço de Guimarães Rosa pelas histórias do escritor gaúcho.

Em Cordisburgo, é visível o afeto dos habitantes pelo seu filho ilustre. Em todo lugar, em qualquer parede nua, se lê algum trecho de livro, se respira poesia: “O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”, trecho de Grande sertão: veredas;“O Curvelo vale um conto,/ Cordisburgo um conto e cem./ Mas as Lages não têm preço,/ Porque lá mora o meu bem…”, trova do conto O burrinho pedrês, de Sagarana, e “O verdadeiro amor é um calafrio doce, um susto sem perigos…”, da novela Buriti, em Noites do sertão, hoje à parte do original Corpo de baile. Afeto este que existe igualmente no RS por Simões Lopes Neto.

Notas:

[1] Graciliano Ramos, Linhas tortas, Rio de Janeiro: Record, 2002, p. 246. No artigo O fator econômico no romance brasileiro, o autor afirma que “a mania indígena de se comparar o literato cá da terra a um figurão estrangeiro, hábito inocente e antigo, sempre em moda, é apenas um meio de fazer crítica e não deve ser tomada a sério”.

[2] Umberto Eco, Confições de um jovem romancista, São Paulo: Cosac Naify, 2013, pp. 38-40.

[3] Nos livros-glossário de Finnegans wake, a cada linha da obra original uma ou mais palavras são alvo de notações, tendo certa edição inglesa 628 páginas de explicações. A tradução brasileira do antirromance, a cargo de Donaldo Schüller, vem distribuída em cinco volumes de cerca de seiscentas páginas cada.

[4] Édouard Dujardin, Os loureiros estão cortados, Porto Alegre: Brejo, 2005.

[5] Bertold Brecht, El compromisso en literatura y arte, Barcelona: Ediciones 62, 1984, pp. 227-8, no artigo Glosas a una teoría formalista del realismo, originalmente publicado entre 1937-1941. Só mais tarde, Georg Lukács passará a defender o uso particular que Thomas Mann faz do monólogo interior para a caracterização realista do personagem, num livro publicado originalmente em 1957, que no Brasil recebeu novo título: Realismo crítico hoje, Brasília: Editora de Brasília, 1969, passim.

[6] Luís Augusto Fischer, Simões Lopes Neto e Guimarães Rosa: a literatura e o luto no sertão, Teresa, nº 14, USP, pp. 175-190, 2014. Fischer, algumas décadas depois, se tornou o grande divulgador da percepção original de Maria da Glória Bordini, citada a seguir, acerca da relação entre Simões Lopes Neto e Guimarães Rosa, acrescendo a sua contribuição.

[7] Fausto Domingues, Inquéritos em contraste, Folha do Instituto João Simões Lopes Neto, Ano II, ed. 2, Pelotas, p. 9, fev-mar, 2013; igualmente na recolha de Tania Franco Carvalhal (org.), Theodemiro Tostes: Porto Alegre, modernismo, poesia, memória, Porto Alegre: IEL/PUCRS, 2009, p. 157.

[8] Flávio Loureiro Chaves, Simões Lopes Neto: regionalismo e literatura, Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.

[9] Maria da Glória Bordini, Atuação do narrador, em Ana Mariza Filipouski et alli, Simões Lopes Neto: a invenção, o mito e a mentira, Porto Alegre: IEL/Movimento, 1973, pp. 77-8. Artigo inicialmente publicado em jornal: Contos gauchescos: atuação do narrador, Correio do Povo, Porto Alegre, 12 jun. 1971, Caderno de Sábado, n. 180.

Sidnei Schneider é poeta, ficcionista, tradutor e ensaísta. Publicou De rua e sangas (2ª ed. 2019), Andorinhas e outros enganos (2012), Quichiligangues (2008), Plano de Navegação (1999), entre outros. 1º lugar em poesia no Concurso Talentos, UFSM (1995), 1º lugar no Concurso de Contos Caio Fernando Abreu, UFRGS (2003), Troféu Açorianos de Divulgação literária, Prefeitura de Porto Alegre (2008).

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